quarta-feira, 27 de março de 2024

Natal é a capital brasileira com mais mulheres à frente de secretarias municipais

 


 Natal é a capital brasileira onde há uma situação mais equilibrada e igualitária entre homens e mulheres na ocupação dos cargos nas secretarias municipais. A posição da capital potiguar é destacada em levantamento feito e publicado pelo jornal Folha de São Paulo. Atualmente, na gestão do prefeito Álvaro Dias, 55,6% das secretarias são ocupadas por mulheres. Ao todo, a Prefeitura conta com 23 órgãos na administração direta, indireta, autárquica e fundacional. Desse total, 12 são chefiados por mulheres.

 “Ficamos muito felizes e lisonjeados com a nossa gestão sendo destaque nacional em matéria de igualdade de gênero. Na administração pública municipal, as mulheres têm espaço relevante, comandam secretarias estratégicas, atuam na linha de frente de programas importantes, são ouvidas e respeitadas. Vamos seguir atuando para ampliar, garantir e defender os direitos das mulheres”, aponta Álvaro Dias.

 Em Natal, as secretarias municipais chefiadas por mulheres são: Administração (Semad); Mobilidade Urbana (STTU); Saúde (SMS); Educação (SME); Planejamento (Sempla); Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes (Seharpe); Trabalho e Assistência Social (Semtas); Defesa Social e Segurança Pública (Semdes); Turismo (Setur); Esporte e Lazer (SEL); Políticas Públicas para as Mulheres (Semul) e Igualdade Racial, Direitos Humanos, Diversidade, Pessoas Idosas, Pessoas com Deficiência e Juventude (Semidh).

 A publicação da Folha de São Paulo mostrou que, no país, mesmo com os avanços conquistados pelas mulheres, apenas 27% das secretarias são chefiadas por mulheres. O prefeito Álvaro Dias lamentou essa estatística e defendeu a ampliação desses espaços. “Natal vai numa feliz contramão desses números gerais. É importante que os gestores trabalhem para modificar essa realidade e coloquem mulheres no posto de titulares de secretarias. Infelizmente, no nosso país, elas ainda enfrentam muito preconceito, há uma disparidade salarial em relação aos homens, não ocupam espaços de liderança e não têm a capacidade reconhecida. Esses ciclos precisam ser quebrados e aqui na capital potiguar estamos trabalhando por isso”, ressalta Álvaro.