quarta-feira, 05 de agosto de 2026

Natal segue sem registros recentes de raiva em cães e gatos

Postado em 5 de agosto de 2026
Política

Natal segue sem registros recentes de casos de raiva em cães e gatos, resultado do trabalho permanente de vigilância desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da adesão da população às campanhas de vacinação antirrábica. Para manter esse cenário, a Prefeitura reforça a importância da imunização anual dos animais durante a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026.

A raiva é uma doença viral que acomete mamíferos e pode ser transmitida aos seres humanos por meio de mordidas, arranhaduras ou do contato da saliva de animais infectados com ferimentos ou mucosas. Como apresenta alta letalidade, a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção e controle da doença.

De acordo com o chefe da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), Luciano Pereira da Silva, a ausência de registros recentes reforça a importância da vacinação contínua. “Neste momento, não temos registro recente de casos de raiva em cães e gatos em Natal. E é justamente a vacinação que ajuda a manter essa situação sob controle”, afirmou.

Apesar do cenário positivo, a Secretaria Municipal de Saúde alerta que a ausência de casos não elimina o risco da doença. Por isso, é fundamental que os tutores mantenham a vacinação anual de cães e gatos para evitar a reintrodução do vírus no município.

Luciano também reforçou que a participação da população é decisiva para manter Natal protegida. “Não deixe para depois. Vacinar é um ato de amor pelos animais. Juntos, vamos proteger nossos cães, gatos e manter Natal livre da raiva. Contamos com a participação de toda a população.”

A Campanha de Vacinação Antirrábica segue até 30 de setembro, com equipes da Unidade de Vigilância de Zoonoses realizando vacinação porta a porta, além de postos fixos distribuídos pela cidade. O Dia D de mobilização está marcado para 26 de setembro.

Podem ser vacinados cães e gatos saudáveis a partir de três meses de idade, desde que não tenham sido submetidos a tratamento farmacológico nos últimos 30 dias e ainda não tenham recebido a vacina antirrábica em 2026.